E o Grêmio?

Troquei mensagens com o Gui Zado esta semana, que está num retiro gastro-espiritual pelo mundo, sem muitos limites e tempo de retorno. Falávamos sobre a volta do #DiadeGrêmio e como a parada nos poderia ser benéfica. Expectativas.

Terminado o jogo, saí da Arena e resolvi caminhar pelo Hospício para espairecer e tentar assimilar o jogo. Cheguei e a turma dos internos seguia ainda no RT.

Matamos a saudade do Grêmio, mas daquele mesmo Grêmio de antes da parada da Copa América. A parada não mostrou os benefícios que esperávamos dela. O time voltou com os mesmos problemas e convicções em alguns nomes que acabam preocupando a sequência nas copas. A insistência com André virou teimosia e olha que até acho que ele contribuiu no 1o tempo. Mas esperava algo diferente, um Grêmio mudado, uma lufada de novidade e um pouco daquele Grêmio de outrora para nos renovar as esperanças neste segundo semestre. Apesar do primeiro tempo superior do Grêmio, o único atacante que podemos contar é o Cebolinha, inspirado, confiante. A parada que deveria trazer um time mais focado, treinado, interessado e com todos nas pontas dos casco foi uma ilusão neste primeiro jogo. O Renato é inteligente. Precisa entender que fazer as mesmas coisas e esperar resultados diferentes é loucura. E nós somos loucos, mas pelo Grêmio.

Saudações tricolores

FOTO: LUCAS UEBEL/GREMIO FBPA

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