Que saudade! O Grêmio voltou e venceu.

Tivemos até a audácia de perder um pênalti diante do Patético Mineiro

É espetacular uma Copa do Mundo. A congregação dos povos, festa dos vencedores e choro (ou riso muitas vezes) dos vencidos. Deu um Tricolor, que jogou de azul, contra um adversário de vermelho e branco. Todos sabíamos que seria assim quando na final. Mas sempre que viajamos, dizem que o melhor é voltar para casa e dormir em nossa cama. A rigor, confesso que andei sumido porque fugi da Cozinha e me aventurei pelos pagos moscovitas. Agora, muito importante é falar que dentre os diversos pratos locais, como aquele estrogonofe sem graça, nada se compara ao frango assado desta noite.

Amigos leitores, o Grêmio voltou (e eu também)! O Campeonato Brasileiro recomeçou (em breve temos Libertadores e Copa do Brasil, ao contrário de alguns tantos outros clubes) e fizemos a lição de casa com tranquilidade. Tivemos até a audácia de perder um pênalti diante do Patético Mineiro. Funcionou a Lei do Ex. Funcionou tanto a mão do Renato “Mito” Portaluppi, que pasmem, Matheus Bressanelli fez gol (a favor), depois de bela cobrança de escanteio de Luan (o que errou o pênalti). Confesso que não cheguei a ver quem atuou em nossa meta, se Marcelo Grohe, Paulo Victor, Léo, Bruno Grassi ou Mazaropi, comentarista da Grêmio Rádio nas horas vagas e eterno goleiro do nosso Mundial, porque alugamos o meio-campo e ditamos o ritmo da partida, mostrando que podemos sim ter posse de bola e efetividade. Claro, ainda precisamos melhorar, recém foi o retorno de um período de descanso, onde perdemos peças importantes e estamos em busca de nova formatação tática, mesmo assim, se faz necessário salientar que o adversário ocupava a vice-liderança da competição antes da rodada. Os alcançamos em pontos.

Ah! Geromel, monstro, quando acionado, desarmes precisos e tempo certo de bola. Se tivesse sido titular na Rússia, quem sabe o cenário fosse diferente. Jogamos e vencemos. André desencantou, Maicon, enquanto esteve em campo, fez partida fantástica. E o Maestro? Barba rústica, cabelos bem penteados, coxas à mostra com o calção levantado e a 10 nas costas. Substituiu nosso centroavante e jogou pouco mais de quinze minutos, puxando inclusive dois contragolpes. Estamos no caminho. É jogo a jogo, todavia, a convicção de que mais ainda está por vir. Queremos o Hexa, o Tri, o Tetra, não necessariamente nesta mesma ordem.

Como é bom estar aqui outra vez na gelada peça entre minhas panelas, umidade e mofo de alguns utensílios inutilizados depois de mais de mês. Enxerguei fantasmas, tentaram plantar crise, vender todo nosso time e inventar (como sempre) teses furadas. Não nos abalaremos. Vamos atrás de mais três pontos no final de semana, diante do Rato da Gama, ops…

Um abraço, Gui Zado, o Cozinheiro.

FOTO: LUCAS UEBEL/GREMIO FBPA

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