PRÊMIO PUSKAS PARA O GOL DE ÉVERTON, NO MÍNIMO!!

Afinal, todo mundo quer algo em um sábado à noite…

Sério, eu já estava pensando que o sábado à noite seria extremamente irritante, mesmo que se apresentasse em estado natural em minha frente a Bruna Lombardi dos meus tempos de adolescência, lá nos anos 80. Jogar contra um dos piores times do campeonato (que já havia nos tirado DOIS pontos no primeiro turno) e novamente não conseguir êxito me deixou por 111 minutos numa irritação nível o cara aquele que só tem uma chance para jogar no Cassino, coloca as fichas no preto 17 e sai o vermelho 25. Erros de passes, contragolpes de uma equipe ruim, espaços no meio, avenidas na lateral, perdas de posse e um mísero chute no primeiro tempo, fraco, do Douglas. Depois do tempo do xixi (o meu e do Renato ‘Mito’ Portaluppi no vestiário), até pensei que melhoraria, mesmo assim, tivemos um certo sufoco em dado momento, com chegadas fortes do Fluminense, além de uma excepcional defesa do Paulo Victor, ao melhor estilo Marcelo Grohe. Eu olhava para o relógio e cada segundo parecia ser um minuto, de tão rápido que passava o cronômetro, em total proporção inversa com a qualidade da partida, que era horrível. Teve uns momentos que me deu dó da bola.

Quando me encaminhava para xingar todos os internos pela bagunça desorganizada que estavam deixando minha cozinha, vi que do banco viria o Cebolinha, de apelido Éverton. Que craque! Aliás, o ÚNICO brasileiro que joga no país a ser convocado (uma M*** diga-se de passagem para nós que estamos atrás de DOIS títulos, aliás, busquem uma coluna que fiz tempos atrás sobre a rodada 29). Mesmo com a entrada do camisa 11, pecamos em finalizações e o duelo se encarregava para ficar no 0 a 0.

Pois bem… se encarregava!! Então, amigos, surge o lance ‘chupa, secador; mata justino; pqpariucar**cac*buc*p*rra*tomn*c*sef*d*filh**ta’, definam como melhor quiserem. E novamente aquele cidadão que nasceu virado para Lua, tendo uma das maiores estrelas já surgidas na história do Rio Grande do Sul, pode coçar a sobrancelha com seu dedo anular, dar o sorriso maroto e abraçar seus discípulos. Simplesmente as três substituições no decorrer da etapa complementar deram os três pontos ao Grêmio. Thaciano fez a jogada, encontrou Thonny Anderson pelo meio, este deu assistência perfeita para o artilheiro Tricolor na temporada. O menino cearense, todo tatuado, de fala acelerada como sua postura em campo deu um toque para tirar a marcação e o goleiro, mas adiantou a bola. Só sobrou UMA ALTERNATIVA. O resto? Olhem no próximo Prêmio Puskas, porque é o mínimo que merece o GO-LA-ÇO marcado pelo nosso cheque em branco.

Dito isso, a noite que só começou ao término do duelo no Engenhão, será certamente maravilhosa. Não sei se a Bruna Lombardi aparecerá, mas ao menos uma regalia espero ter aqui no Hospício para dar aquela fugidinha ali na região famosa àquela. Afinal, todo mundo quer algo em um sábado à noite…

P.S.: Informação divulgada pela emissora parceira da Rádio Hospício e do site Hospício Tricolor, @radiodosgurus, dá conta que nosso comandante já está, aos poucos, planejando a próxima temporada gremista e fica para 2019. Investiguei com algumas fontes e o que soube é que somente no final do ano, como de praxe, teremos a oficialização. Quiçá com mais um ou dois títulos e a inauguração da estátua.

Um abraço, Gui Zado, o Cozinheiro que hoje não quer servir, quer comer…

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