OS DEUSES DO FUTEBOL

O Grêmio conseguiu uma vitória justa no sábado, ao fazer um gol nos descontos.

Um gol? Minto. Um golaço, que vai ser vinheta de programas esportivos por anos e anos. Foi uma espécie de compensação ao espectador que viu o jogo até o fim. Defesas fechadas, poucas chances de gol, poucas defesas e lances de perigo… se não tivesse a Libertadores para ‘atrapalhar’ e pudesse sempre jogar com os titulares o Grêmio provavelmente seria líder isolado do campeonato. Mas como é obrigado a se submeter a um calendário absurdo, jogando até três competições importantes ao mesmo tempo… é obrigado a ouvir o Justo Guerra (copyright RW) reclamando que o time joga o Brasileirão com os reservas. São os mesmos chatos que corneteiam quando algum jogador se machuca por excesso de jogos, ou o time está cansado e não consegue se concentrar.

Tudo seria alegria se não fosse a suspeitíssima vitória colorada no domingo… o juiz inventou um pênalti para o colorado no final do jogo. Um lance triplamente irregular: a bola bateu no ombro do jogador, que estava fora da área e não teve intenção… mas o juiz foi lá e marcou do mesmo jeito. Esquisito. Tá começando a parecer Gauchão, aonde os solícitos juízes sempre apitam com a maior simpatia para o colorado mais amado pela crônica esportiva gaúcha. ‘Ah, mas o juiz rouba pros dois lados’… pois é, mas ultimamente esses erros humanos vêm acontecendo sempre pro mesmo lado, o do time do vice-presidente da CBF, que por sinal ainda não assumiu. Estou esperando as demonstrações de insatisfação que a Crônica gaúcha demonstra quando eles decidem que o Grêmio foi favorecido pelos ‘homens de preto’…. bem sentado e em posição confortável, conheço as figuras com quem estou lidando.

Se continuar assim fica a sugestão para uma estátua do grande amigo colorado, o juiz. Pode ser na frente do Beira Rio, ali perto da estátua do Guerrinha. Que bela homenagem, ao juiz e ao jornalista esportivo gaúcho, os eternos parceiros colorados…

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