O GRENAL, A ESTRATÉGIA E O ARRUACEIRO

Sobre o Grenal, não lembro de uma dominância tal qual foi neste último clássico antes.

Mesmo na nossa pior fase, nunca jogamos um Grenal assim como o inter fez. Um time entrou para jogar, o outro se acadelou. Não quis nunca o jogo. Teve 11 jogadores atrás da meia lua sempre. Não trocou 5 passes. Só Maicon, com 126 passes, trocou mais passes que o time inteiro do inter, que trocou 119. No total a diferença foram mais de 500 passes e 76% a 24% de posse de bola.
Ah, mas não adianta posse de bola se não marcar gol, se não ganhar. A estratégia do inter deu certo! Tá, a NÃO marcação de 3 penais claros fazia parte desta estratégia então? Deve ser um recorde pois tampouco lembro de 3 pênaltis a favor de um clube não assinalados numa única partida. E olha que teve pênaltis marcados na rodada do brasileirão que foram muito menos pênaltis que os sonegados para o Grêmio. E se André tivesse acertado o chute, ou a cabeçada, ou Geromel não errasse em bola no rebote.. Claro que frusta pelo resultado, pela forma como jogamos e total superioridade, mas de bom fica que pra nós não muda em nada este jogo, e o melhor: pra eles também não. Segue a bolha e a ilusão.

Sobre Dalesandro, pipocou. A lesão alegada antes do jogo é mero jogo de cena. Jogador lesionado não fica no banco nem aquece dando piques como ele deu. Um dia a imprensa vai atrás desta história e a publicará, possivelmente uns dois anos depois da aposentadoria dele.
Sobre a reincidência em agressões, Dalesandro tem geralmente atitudes de covarde, de cagão. Só peita alguém quando tem a turma do deixa-disso e agride covardemente. Tanto que quando foi intimado pelo Luan no anti-doping, sumiu. E vale lembrar que havia agredido o Paquetá e o Vinicius Júnior na semana anterior. Só age assim contra guri. Ele nunca foi craque e não passa de bom jogador. Nunca foi habitué da seleção argentina. Nunca foi eleito melhor jogador do brasileirão jogando aqui há 10 anos. Tevez, Conca e Montillo já foram eleitos os melhores do BR e são argentinos, antes que alguém alegue xenofobia. É porque Dalessandro não é, nem nunca foi tudo isto mesmo. Aqui é incensado pela necessidade da imprensa local de criar ídolos colorados e jogar fermento no inter na tentativa de o tornar maior do que realmente é. E o gringo teve a sorte de não haver um Luan, um Edilson, um Maicon por quase todos estes 10 anos em que ele atuou praticamente sozinho nos microfones, falando merda e destilando ranço. Muito do tamanho que ele alcançou aqui na aldeia se deve ao fato da nossa carência de contraponto. De ter nos faltado jogadores identificados com o clube e dispostos a lhe meter o dedo na cara. Como fez Alan Ruiz. Como faz Luan, Maicon. Acabou, e hoje ele se mostra como é: Pequeno e sujo. O ídolo ideal para o inter.

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