Libertadores

Terminamos o ano de 2018 brigados com ela. Chateados, revoltados, magoados. Pensamos até em jogar com a transição como protesto à lambança na semifinal. Focar no brasileiro, na Copa do Brasil, gauchão, qualquer coisa. Mas não me fale em Libertadores.
Quanta bobagem.

Mas aí veio o Natal, época de perdão (o Bressan ainda vai ter que esperar uns 3 natais), as férias para descansar e chegou março.

Chegou o primeiro jogo, na Argentina. E a gente queria ganhar aquele jogo a todo custo. Onde já viu, empatar na Argentina, poxa??
E hoje? Ela veio pra nossa casa.
Com a cara mais desvalada possível. Como se nada tivesse acontecido e não houvesse tanto sofrimento há meses atrás. Uma pistoleira.

Mas a gente ama essa menina chamada Libertadores. É mais forte do que qualquer racionalidade. É mais forte que nosso orgulho ferido. É a menina dos nossos olhos. É quem mais nos faz feliz.

Nos veremos à noite. Nós gremistas e sua garota. Não importa os momentos ruins que passamos, superamos e hoje desfilamos em Porto Alegre morrendo de orgulho que ela voltou. A Libertadores voltou pra visitar a nossa casa. E sim, sem ressentimento e mágoas, será bem vinda e bem tratada. Para que volte até novembro. E ficar um ano hospedada na nossa casa.

O tetra começa hoje na arena.

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