JOGADOR DE SELEÇÃO DECIDE! TABUS SÃO FEITOS PARA SEREM QUEBRADOS…

… mas a arbitragem, que lástima.

Horário aquele que estamos nos preparando para a balada. Quer dizer, isso nos anos 80/90, quando alguns aqui do Hospício, como eu, eram jovens e partiam rumo ao Bar do João, Ossip, Venezza, Opinião, a fim de curtir a night. Hoje, apenas na gélida cozinha, o sábado noturno tem ares sombrios. Estava tudo construído para perdermos o jogo, eles disseram. Senão vejamos, o estado anímico de uma eliminação, o cansaço de jogadores titulares, uma equipe que nunca fora derrotada por gaúchos em sua casa. Porém, jogador de Seleção decide! Tabus são feitos para serem quebrados, mas a arbitragem, que lástima. Durante toda a semana previsões de um, dois, três, quatro, Réver Contra atletas rivais convocados por seus países, entretanto, foram Éverton e Kannemann (oh! Que surpresa) chamados por Tite e o interino lá no país vizinho. E estes dois monstros calaram o Itaquerão.

O Corinthians, do Osmar Losser, aquele ‘amigo’ do Saimon, não havia perdido ainda em sua casa neste Campeonato Brasileiro. Aliás, nunca um time do Rio Grande do Sul vencera naqueles domínios. E escutar o ‘pós-jogo’ na IVI (apenas para monitorar o que falam da gente) dá nojo. Eles não enxergam futebol, no máximo veem. O cidadão aquele que deixa ‘nudes’ em seu status de what’s app, também conhecido por ‘Cara de Areia Mijada’ teve a capacidade de criticar os ‘dois passes errados’ de Cebolinha, dizer que Jael nada fez e elogiar o senhor Wagner Reway.

A ver, o único jogador do Sul do país que vestirá a amarelinha mês que vem (infelizmente defenestrado do clássico GREnada) deu um calor em outro selecionado, tal de Fagner. Jael, no contragolpe que resultou no gol da partida, foi decisivo, dando um toque de primeira, com qualidade para Luan, que segurou até o último segundo para soltar com precisão a bola para o 11 marcar um golaço, tirando do bom goleiro Walter. Já o homem do apito, que anulara um gol duvidoso nosso, não deu falta em cima de Geromel que quase resultou em gol adversário, mandou seguir um lance que a bola saiu para escanteio a favor do Tricolor, não deu cartão amarelo em uma chegada fortíssima em cima do Kannemann, igualmente uma em cima de Cícero, além de amarelar Cortez inexplicavelmente (ele dirá que foi cera, não houve). E o bom de falar da roubalheira que estamos sofrendo é quando ganhamos. Todos os jogos os erros ‘geralmente’ são contra nós. Apenas coincidências. A banca paga e paga. Enquanto uns recebem e recebem. Diferentemente do ídolo em nossa casamata, que ironicamente elogiou os rapazes, porque percebeu que não adianta mais bater, nós apontamos aqui os ‘equívocos’.

Mas voltando ao duelo, conquistamos três pontos importantíssimos para seguir a busca pelo TRI. Tenho convicção que esse Brasileiro será do Grêmio. Venho falando há tempos, nosso elenco é bom, o time titular está entrosado e, diferentemente de tempos atrás, quando o mata-mata apenas era nossa realidade, neste ano estamos com pernas para correr mais que os demais, ou seja, essa taça virá, como naquela sequência do Felipão há 22 anos. Todavia, também acredito que a Libertadores está na feição. O fato de cairmos na Copa do Brasil, que nos indignou deveras, serviu para nova retomada. A partida tática feita pelos comandados por Renato ‘Mito’ Portaluppi, contando com o terceiro goleiro, o lateral-direito reserva (e a bem da verdade, que PARTIDAÇA de Leonardo Gomes. Crescerá ainda mais, certamente), dupla de zaga que dispensa novos elogios, Cortez recuperado do confronto anterior, enfim, o caminho sendo trilhado em uma exibição de ‘gala’, como disse nosso técnico em entrevista coletiva. A salientar os pontos negativos, novamente de Jailson, abaixo, apesar do gol mal anulado, além de Ramiro que outra vez não conseguiu ser aquele de tempos passados, embora sem comprometer hoje como o volante, que errou passes de dois metros por quatro vezes, levou duas canetas e fez faltas desnecessárias.

Seguimos brigando nas cabeças. O turno terminou e temos 36 pontos, com a melhor defesa, somente três derrotas (sendo uma com os reservas dos reservas, levando gol nos acréscimos. Outra em um gol de susto, diante do Vasco, onde atuamos com quatro reservas. Somente uma em casa, para o Palmeiras, onde também estávamos com time misto). Temos uma cancha reta a partir de quarta-feira, contra o Cruzeiro, na Arena. Começa o Returno e o páreo está à feição para nós. Queremos o Tri e o Tetra, buscaremos. O Hexa ficou para 2019.

Um abraço, Gui Zado, o Cozinheiro.

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