GRÊMIO GIGANTE

O Grêmio é gigante. E é isso que importa.

A semana, como sói acontecer, foi pródiga. Tivemos, desde a última coluna, escrita no final de março, alguns jogos do Imortal (inclusive a magnífica goleada em cima do Cerro em Porto Alegre) e um vexame em casa da turma do PDF, com direito à manifestação e tumulto (que saiu de graça e eles comemoraram amplamente. E no eles, incluam as zêmulas pertencentes à IVI). Houve também a publicação do balanço tosco e o silêncio cúmplice sobre as irregularidades e inconsistências dessa peça de ficção (tratamos disso longamente em um debate do Sala de Internação). Além disso, diversos “faits divers” protagonizados seja pelas figuras caricatas da IVI, seja pela posição das mesmas ante alguns acontecimentos dos dois lados da força (em que pese, atualmente, força, mesmo, só um lado ter, já que o outro arrasta-se pateticamente tal e qual um cágado manco e borracho, chafurdando na própria bile e fealdade).

O ano, porém, está sendo muito difícil para a IVI. Eles estão perdendo o controle. E saindo do armário em uma impressionante velocidade. Vários próceres da IVI estão, em textos ou ao vivo, pedindo aos gremistas para “deixarem a corneta de lado”. Por quê? Sem tréguas porque toda corneta ainda é pouca! Quando havia cornetas do lado de lá para cá, esses mesmos jornalistas engraçadinhos diziam que “era saudável”, “coisa do futebol”. Toda corneta, porém, do lado de cá para lá, passou a ser “cruel” ou “demasiada”? Achava, sinceramente, que eles teriam um pouco mais de estofo e de hombridade. Porque, serventia, eu sei que eles não têm. Não servem nem para passar um recado. Vou ser mais direto, inclusive. Quando o Dener morreu no Rio de Janeiro vítima de um acidente de carro (enforcado por um cinto de segurança), no Gre-nal seguinte no Olímpico, os colorados foram com cintos nas mãos e cantavam estrofes sobre o feito. Eu vi. Eu estava lá. Não vi uma nota de repúdio de quem quer que fosse. No entanto, agora, todos abespinham-se porque se os está corneteando em decorrência dos pífios resultados, das fritadas contínuas de técnicos europeus e por aí vai? Pois saibam que está começando apenas, já que, na melhor das hipóteses, eles voltarão para a B.

E a reação deles ao “minuto de silêncio”? Esta acusada institucional é o grito do “chega, não aguento mais”, o pedido desesperado de arrego! Ridículo! Pois nós do Hospício vamos mais longe: agora que eles estão de joelhos, golpeemos as cabeças. E segue o baile. E porque a corneta tem que continuar, a despeito do grito agonizante dos vermelhos patéticos, é que seguiremos adiante. Haverá corneta, sim. E reclamando, haverá mais corneta.

A própria reação deles ao caso Sasha é sintomático. Riram muito quando Sasha saiu-se com aquela frase “aqui é inter, não é Grêmio”. Defenderam-no muito quando veio a história da valsa da bandeira. Agora resolveram tratar a ex-prenda colorada como coitadinho, que estaríamos exagerando com essa “rivalidade”com Luan. Que rivalidade, incautos isentos? Como Luan, um jogador de estirpe e qualidade, seria rival de um diminuto protozoário cuzão? Rivalidade implicaria igualdade. Nem se Luan perdesse as duas pernas e o cérebro Sasha conseguiria se igualar ao nosso jogador. Será muito bonito hoje, logo mais, ver a Arena lotada chamando-o de cuzão.

E domingo passado foi dia de União Vermelha e corrente para frente no Beira-Remendo. Foi uma partida de furar os olhos. Não assisti, mas li os comentários. Inber está igual a vendedor em loja que não vende, só lhe resta deitar e esperar a morte, mas nem um pio sobre isso. Torcedores gaúchos não-identificados fizeram “manifestação” no Bergamotão phipha (quem disser o oposto não é evoluído, diria FogaçaBoy em seu engolfado pitaco); a sorte é que o jogo não tinha torcedores, mas apenas umas testemunhas presentes, senão a Pocilga das Bergamotas tinha vindo abaixo. Garnisé Juiz da Comarca histérica com a repórter reclamando das vaias, bateu boca com torcedores… não ganha, vestiário briga, técnico perdido, dirigente torrando técnico, torcida depredando e não se ouviu a palavra Crise na IVI… sim, ela não existe e somos paranoicos. Enfim, segunda-feira foi dia de fenômeno paranormal em Porto Alegre: a cegueira coletiva da IVI que não viu e não mencionou uma vez sequer as estranhezas do balanços. No entanto, Zini GluGlu Tottenham Pires, em alta oligofrenia, doentio como sempre, inventa o que for necessário para que falemos dele (como agora). Por isso a história da evolução financeira da dupla”. Tinha de dourar a pílula, esse abobado, porque a crise financeira é enorme. Essa conclusão do Zini sobre a base financeira é desonesta. Ele tentou diluir os maus resultados financeiros alongado a base de referência. O lema do Zini em sua TL no twitter é o futebol que você lê, mas não vê. Exatamente isso que são as palavras dele: devaneios, distorções e invenções. Notaram o padrão IVI?

Terça-feira ganhamos. Uma apresentação maiúscula. Aqui no Hospício foram publicados textos espetaculares analisando o jogo. E o que aconteceu quarta-feira? Uma cuca para quem disser “reportagem sobre o Olímpico”. Pois saiu novamente uma catilinária sobre o nosso ex-lar. Com todos os conteúdos. Requentaram uma das 1.983.234 colunas que escreveram sobre isso. E nada mais importa salvo tentar esconder o fiasco financeiro colorado. E nisso, Diogo Pipoca esmerou-se. Pipoca, o que gosta da rima, ganhou a Medalha Cafajestagem vermelha da semana. No redação sportv disse que o Cerro tinha se poupado… e por aí seguiu na fofoca, empulhação, distorção. Sobre jornalismo, nem uma linha. Sobre intenção vermelha de criar crise, gasta-se tinta como ninguém.

Ganhamos. E é isso que importa. O Grêmio é gigante. E é isso que importa. Estamos na competição mais importante do Continente com excelente performance e temos muitas chances de conquistá-la outra vez mais e isso é intolerável para eles. Como intolerável para eles é que estejamos bem no Brasileiro e na Copa do Brasil, por isso, na semana que entra, esmerar-se-ão na invenção de crises e outras mentiras do mesmo jaez.

O Grêmio é grande demais para o provincianismo da imprensa isenta esportiva gaúcha. Qualquer um que tenha ido ao exterior e vista uma camisa do Grêmio sabe que haverá sempre o reconhecimento e a imediata identificação. O Grêmio foi considerado agora o terceiro melhor time do mundo, atrás apenas do Real Madrid e do Barcelona. O reconhecimento internacional é inequívoco. Quem viu alguma matéria em qualquer veículo da IVI sobre isso? Entenderam quando dizemos que nós incomodamos, que nosso gigantismo cala-lhes fundo?

Demo-nos conta agora que a coluna está muito grande. E ainda nos sobraram assuntos. Não há problema. A IVI nunca nos deixa sem material, ao contrário. Só que não queremos cansar os internos e vamos encerrar por aqui. Semana que vem, continuaremos manejando a metralhadora giratória do Hospício. Antes, porém, temos apenas uma coisa a dizer sobre o jogo de hoje: DÁ-LHE, GRÊMIO. TODOS À ARENA!

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