FECHADO PARA BALANÇO

O que vem por aí, promete!!

Os últimos dias foram de chuva, calor, frio, Sol, tudo isso quase que junto e reunido. Também ocorreram tropeços, xingamentos, analfabetos funcionais que não leem mais que uma manchete (e se baseiam por ela, vide IVI cheia de justinos a defender), além de tornados no Rio Grande do Sul. Força, Tapejara. Outrossim, descobriram que aprendi a cozinhar com meus antepassados, fazendo a melhor batata da era Nicolae Ceausescu. E só. Não falo mais que isso. Aliás, resolvi pensar justamente nestas questões após a derrota para o Palmeiras, jogos ruins que por ventura nosso Grêmio fez, enquanto eu tirava mais uma leva do tubérculo do saco trazido da Ceasa pelos nossos distribuidores.

O Grêmio encanta o país nos últimos dois anos com seu futebol bem jogado, sob comando do nosso Renato “Mito” Portaluppi e levantou quatro taças nesta terceira passagem do maior ídolo da nossa história na casamata. Todos sabemos de cor e salteado: Copa do Brasil 2016, Libertadores da América 2017, Recopa 2018 e Gauchão 2018, este último, pouco festejado pelos torcedores, a bem da verdade, pois gostamos mesmo são das competições maiores, porém, comemorada pela diretoria e comissão técnica, pelas suas virtudes, sendo que no meio deste, afirmaram que cairíamos para a Divisão de Acesso.

No último mês realizamos nove partidas em 30 dias, permanecendo de forma invicta, aliás, feito esse que não foi tão valorizado na mídia ‘tradicional’, como estão fazendo agora com outros que conseguiram a proeza de sete jogos sem perder. E já fica aqui um spoiler, caso a vitória não venha diante do Sport e ‘eles’ fiquem à frente na tabela momentaneamente: FARÃO CRISE DURANTE TODA A COPA DO MUNDO E DIRÃO QUE A GANGORRA VIROU (já fizeram matéria insinuando isso dias atrás). O desfalque de diversos titulares importantes, como Éverton, Geromel, Ramiro, Jael, Léo Moura, Arthur, Luan, Maicon em determinados momentos, por vezes numa mesma partida, ocasionou um ambiente de incógnita para muitos setores da IVI e parte dos justinos das arquibancadas, que passaram a questionar o elenco e as reais possibilidades nas competições que disputamos. Junho veio e a derrota em casa para um adversário direto na briga por títulos, suscitou ainda mais dúvidas. Nesta quarta, na Ilha do Retiro, será a última partida antes da pausa para Copa do Mundo. Novamente desfalcado, o Tricolor tenta quebrar um tabu naquele estádio e manter-se no pelotão da frente na tabela de classificação do Campeonato Brasileiro.

Tenho convicção que a parada por conta dos jogos na Rússia será de suma importância para o grupo gremista. O calendário do nosso futebol não privilegia as equipes vencedoras, que buscam sempre as primeiras colocações em todos os campeonatos. Forçosamente, os jogadores que estavam na final do Mundial diante do Real Madrid, em 16 de dezembro passado, tiveram apenas doze dias de pré-temporada, pela absurda situação vivida no começo do Estadual. Por isso que no retorno, o Grêmio terá a possibilidade de reencontrar a melhor formação, com os titulares recuperados de lesões diversas, descansados por férias de doze dias e nova sessão de treinamentos para recondicionamento físico, além do retorno de Geromel (possivelmente com o Hexa na bagagem), no sistema defensivo. Existe a possibilidade de reforços chegarem, tanto de times do país, como do exterior também, pela janela de transferências que se inicia em breve. Por todas essas situações, estou convicto que na Copa do Brasil, na Copa Libertadores da América e no Campeonato Brasileiro teremos novamente as apresentações vencedoras do Grêmio, forte concorrente a gritar ‘campeão’ outra vez, em pelo menos um dos torneios, quiçá nos três.

O toque de bola refinado, as jogadas incisivas, a posse de bola, os gols bem trabalhados, a solidez na zaga, o goleiro bem preparado (que merecia estar na Seleção), a postura e segurança do treinador perante o grupo já demonstraram que são diferenciais no Grêmio e, justamente por isso, dão as perspectivas positivas citadas, no retorno da Série A. Queremos o Hexa, o Tri, o Tetra, não necessariamente nesta mesma ordem.

Um abraço, Gui Zado, o Cozinheiro

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