Ética na Cafajestada

O filósofo (ou presidente, segundo Ricardo Boechat) José Simão, ao falar sobre os políticos, costuma pedir ética na cafajestagem. Acho justo. Dá prá adaptar isso e pedir ética na pentelhação da IVI. Ia ajudar.

Todos os jornalistas da IVI costumam se apresentar como isentos. Que cobram os dois lados, que são profissionais, querem o melhor para o futebol gaúcho… mas a realidade é bem diferente. Vejamos esse início de ano: o time gremista, até 10 dias atrás, era atucanado pelos escribas por não fazer contratações, era um absurdo, que a direção não podia tirar férias justo quando os outros times estavam a milhão contratando… até que o trabalho silencioso da direção começou a aparecer, e os jogadores começaram a aparecer no Salgado Filho. De um dia para o outro começou a aparecer um estranho discurso que esses jogadores que chegam vão travar o desenvolvimento da base, que não era prá contratar, que os jogadores que sobem vão ter seu progresso bloqueado por forasteiros… oi? Reclamam não contratam e depois reclamam quando contratam? Não seria uma boa eles se decidirem? Sim, tomaram a decisão, se conseguem incomodar tá bom demais.

Falei ali atrás sobre como o tratamento devia ser igual para os dois times. Não é. Nosso querido co irmão começou o ano não renovando o empréstimo do centroavante que segundo a imprensa era seu craque o ataque, o Impedidão. Três dias depois de pedirem sua permanência eles comemoraram sua partida. Daí desembarcaram um bando de veteranos… a imprensa logo comemorou, dizendo que estava sendo montado um time experiente. Nenhuma crítica, nenhuma reclamação, tudo bem por aqueles lados. Aliás… só um jornal está noticiando as ações da Polícia Federal por aqueles lados. No outro, não por acaso conhecido como quartel general da IVI, nada, nem uma mísera nota. Faltou salmão para a IVI do centro (como chama o RW)?

E final de semana que vem começa o Gauchão e acabam essas colunas sem assunto, começamos a falar sobre o que interessa de verdade, que é o Grêmio em campo. Quero ganhar o Gauchão, de preferência com o time B. Um dos títulos que eu mais vibrei foi o de 1995, quando fizemos exatamente isso.

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