É o Brasileirão na área…

De agora até o final do ano as atenções gremistas vão ser divididas entre o Brasileirão, a Copa do Brasil e a Libertadores. Ou seja, seis a oito jogos por mês, descanso só na Copa e olha lá.

E começou o campeonato que os gremistas mais querem ganhar, o Brasileirão… ainda não temos essa nova modalidade, em pontos corridos, em nossa sala de troféus. Deveria ser motivo para irmos com tudo conquistá-lo… mas não vai ser fácil.

De agora até o final do ano as atenções gremistas vão ser divididas entre o Brasileirão, a Copa do Brasil e a Libertadores. Ou seja, seis a oito jogos por mês, descanso só na Copa e olha lá.

Vai ser fácil? Não. O time vai ter que se desdobrar. A IVI da Ipiranga começou com um papo sobre a necessidade do Grêmio ganhar ‘a tríplice coroa’, ou seja eles querem que ganhemos os três campeonatos. Vai ser difícil. Seria lindo, eu ia acabar com as cervejas de Livramento se isso acontecesse. Mas ninguém ganhou nada parecido com isso. ‘Ah, mas o Cruzeiro ganhou Copa do Brasil e Brasileirão no mesmo ano’… pois é… quando era cada um desses em um semestre diferente. E dê-lhe ataques da mídia a todo momento… quando usar reservas (e vai ser necessário em algum momento), quando não usarem, quando o time estiver cansado, quando for poupado, quando perder…

E o Brasileirão começou da melhor maneira possível, ganhando fora de um candidato ao título (Cruzeiro). Fomos incensados por toda a mídia brasileira… toda? Não… uma pequena aldeia abaixo do Mampituba resiste. Eles não se conformam com o futebol acadêmico e eficiente do Grêmio. Como sempre lembra o querido RW eles sentem falta de personagens que pareciam extintos desde a copa de 74, como o volantão que se suja de barro e só sabe dar bordoadas e o centroavante aipim, que joga enfiado na área. Para os nossos analistas de futebol parece não existir futebol sem isso. Aonde mais se aplaudiu a entrevista do texano Mano Menezes, reclamando que seu time não distribuiu mais botinadas?

Já começamos o campeonato jogando sem nosso craque Luan, que teve de parar de tanto que apanhou no Gauchão. E sem Geromel. Ganhamos com um gol do centroavante que estreava, colocamos os mineiros na roda e vimos o Cruzeiro bater como se estivesse no Gauchão, com a complacência do juiz. Tinham momentos que parecia que estávamos vendo o Gauchão. Agora faltam ‘só’ 37 rodadas. Vamos a elas.

 

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