Drops do Hospício – Espanha 1 x 0 Irã

O time desencaixou.

O futebol aquele vistoso do Grêmio, perdeu o brilho.
O treinador precisa rever a fórmula que desgastou. Adversários aprenderam como parar o Grêmio.
Ninguém chuta de fora da área, de média distância.
Os laterais precisam cruzar na área para tentar um golinho de cabeça.
O Grêmio não é tudo isto que parecia ser.

Agora troquem a palavra Grêmio por Espanha e poderia ser o resumo da crônica esportiva gaúcha sobre Espanha e Irã.
A seleção iraniana, sabedora da sua inferioridade armou um retrancão bárbaro, (lembrou o Grenal e não só porque o Irã usava uniforme vermelho) onde se viu só o goleiro jogando na metade de campo defensivo espanhol. Irã se posicionou com 11 jogadores atrás da linha da bola, sabedor da superioridade da “Furia”. É difícil furar retrancas armadas desta forma. Não sobram espaços nem para chutes de fora pela ocupação intensa e restrição de espaços. E olha que a Espanha conta com uma constelação na seleção, não venham me dizer que não sabem jogar. Foi um típico ataque contra defesa e mesmo assim o gol surgiu num lance fortuito. Que sirva para alguns entenderem que um retrancão é a arma de quem reconhece superioridade adversária e não é a barbada que apontam de ser transposta.

Passarão Espanha e Portugal.

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