DROPS DO HOSPÍCIO – Do que vi na Copa até aqui

Hospício na Copa

Vi seleções que me chamaram atenção pelo estilo de jogo e disposição tática, Bélgica e Croácia, vi times dependerem de um único jogador, vi times sentirem a falta de um jogador mais qualificado (bem organizados mas com clara necessidade de alguém mais diferenciado), vi jogadores assumirem a responsabilidade e comandar a equipe em campo, vi outros sucumbirem. Vi seleções jogarem com alma e coração, com entrega além do tempo regulamentar. E recompensa nos acréscimos. Vi extra classes perderem pênaltis. Vi torcidas dando show, sentindo o futebol que não é só um esporte.
E vi bom futebol. Só um empate em 0 x 0 e uma boa média de gols. Percebi nesta copa algumas coisas que podem servir de exemplo para nosso tricolor:

Conclusões: De todo jeito e de todo lugar. Muitos gols de rebote, de bolas desviadas, vários gols contra porque o pessoal não poupa finalizações e arrisca. São jogos muito difíceis e com marcação dura. Chutar é sempre uma saída para furar bloqueios. Em geral todos tem arriscado constantemente e tem resultado em alguma coisa.

Bola parada: Dos 85 gols marcados até o fim dos jogos deste domingo, 38 nasceram em lances de bola parada. Isso quer dizer que 45,7% das bolas na rede em território russo são decorrência desse tipo de lance.

Pra quem assiste e presta atenção nos jogos, muitas soluções estão aparecendo para problemas comuns no futebol. Bora treinar que quem manda na América voltou e se reapresentou.

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