Dia de Grêmio.

Dia de decisão antecipada na Libertadores.

Se existe algum gremista tranquilo hoje, não está exercendo o gremismo corretamente.

Diferente de outros momentos em que o time nos passava a tranquilidade e a certeza de bom jogo e de vitória, dessa vez vivemos num mar de dúvidas, de medo e de resistência.

Dúvidas sobre a escalação, dúvidas sobre a vontade do time de ganhar, dúvidas sobre a mecânica de jogo, dúvidas sobre como vai se comportar durante a partida.

Poucas vezes na era Renato, tivemos dúvidas. Sabíamos que talvez a vitória não viesse mas tínhamos certeza que o time jogaria bem e lutaria até o final.

Eu não sei qual a escalação para o time de hoje à noite. E sinceramente, neste momento os nomes do elenco não me interessam.

O que gostaria de ver em campo é o seu João, que saiu do interior para ver o Grêmio. O seu carlos que vai a todos os jogos há 30 anos. A Maria que superou a depressão por viver diariamente o Grêmio, o Enzo que desde que nasceu é tricolor, a Dani que assiste à partida pelos esforços do Desejo Azul, o Jairo que mesmo de cadeira de rodas, vai à Arena. O Antônio que está indo no estádio pela primeira vez. E tantos outros que têm sua história ligada ao nosso Grêmio.

Quero que esse espírito entre em campo. O da entrega, da garra, da luta. O espírito de lutar sempre é desistir jamais. Sabe por quê?
Porque aqui é Grêmio. E nada mais importa.

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