Curto como coice de porco

Faltam seis jogos para o Hexa.

Sabem aquela sensação de estarmos sendo lidos/escutados? Pois durante Grêmio e Goiás, a televisão mostrou imagens de um torcedor com uma faixa escrita “Sinfonia do Renato”. Ok, não foi dessa maneira que denominei no texto anterior, mas ele certamente adaptou o que escrevi aqui e levou para as arquibancadas. Poderia dar ao menos o crédito hahahaha, até porque não reconheci aquele torcedor como um dos nossos internos. Mais tarde, escutando o pós-jogo na IVI (sim, de vez em quando necessitamos saber o que eles falam para nos protegermos), dois deles, o homem da guerra e o repórter mais velho da casa citaram sobre vagas para se internarem, pois seriam loucos e tal. Não há mais leitos, que fique claro, ao menos nesse momento. Embora tenha chegado uma médica (dizem que severa) que promete organizar nosso sanatório.

Nariz-de-cera à parte, preâmbulo gigante, lá vamos nós. Começou o GREnal. E a certeza que nosso reserva dará conta do recado. Sim, Ramiro está fora e a amostra de Alisson foi formidável. Será que algum Justino ainda reclama da ida do Edilson para as vindas do atacante e Thonny Anderson (que evoluirá, confiem)? Classificamos com facilidade na Copa do Grêmio, quer dizer, na Copa do Brasil, bela noite de Cícero, gols de Alisson duas vezes e Thaciano. Temos grupo. Temos elenco. Faltam seis jogos para o Hexa. E vamos atrás dos objetivos. Queremos o Hexa, o Tri e o Tetra. Com Renato “Mito” Portaluppitchevski será possível.

Como falei, texto curto porque agora só tem o clássico pela frente. Não caiam na esparrela adversária e da imprensa. Se jogarmos nosso futebol, ganharemos. Para terminar, a frase de nosso treinador acerca da estátua: “espero que fique parecida, porque tem umas aí que não ficaram”.

Um abraço, Gui Zado, o Cozinheiro

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