COPA DA FRANÇA…

Fim de tarde de céu cinza aqui pelas bandas do “QG” do Hospício Tricolor. Choveu durante toda a noite e ainda segue um chororô respingando por aqui e não é de colorado, é chuva mesmo. Acordei cedo pra fazer o Mate Lavado e ajudar o Cisco e o Mendonça a secar o quarto do Volódia. Tem uma goteira que já está fazendo aniversário, pinga bem em cima do copo onde ele guarda a “chapa”. Secamos tudo e colocamos uma sacola de super para vedar o buraco no telhado – até amanhã acho que segura (risos) – O “homi” saiu de férias e está voltando.

Dei uma sesteada “rápida” até às 17h, fiz o Mate e resolvi assistir a final da Copa da França – secar o menino Ney. Tirei as alpargatas e me estiquei aqui no amplo Home Cinema do Hospício. Bah, chique uma barbaridade, só com equipamentos paraguaios sem nota que entraram na permuta, tipo os da cela do Cabral. O chato é que a metade já não funciona mais, nossa luz aqui oscila muito e o Home Theater tá chiando mais que o Ramiro. Já a TV , de 190 polegadas, está com um furo na tela. Foi um tiro que o Mendonça deu quando o Bressan fez o pênalti. Só de lembrar isso a mão chega a coçar e vem um gosto de sangue na boca. Deixa pra lá.

Resolvi comentar sobre o jogo do Rennes x PSG porque acredito que foi uma partida que pôde servir de alerta e ilustrar também algumas coisas que venho falando há tempos nos nossos programas Sala do Hospício e Recolhendo os Trapos.  A perda de foco e intensidade durante a partida, algo que também ocorreu com o nosso Tricolor Gaúcho algumas vezes.

Pois vamos falar do jogo. Desde o início o PSG mostrou sua força e meteu logo dois a zero e o segundo gol foi um baita golaço do menino Ney. Até parecia que ía virar GREnal. Em seguida, com o jogo já “ganho”, o Mbappé teve mais uma chance de ampliar, o Daniel Alves no final da primeira etapa também. Time achou que iria golear ao natural. Jogadores nitidamente desconcentraram.  Saíram do jogo. O Rennes fez o primeiro gol (contra zagueiro do Kimpembe, 1×2) ainda no primeiro tempo e voltou pro páreo. Veio o intervalo. O PSG já tinha largado, esqueceram que era uma final de campeonato, os caras completamente sem foco, em ritmo de treino. Começou o segundo tempo e foi outro jogo.  Rennes focado. Aos 20 minutos veio o merecido empate. Ney e cia então acordaram. Foram tentar recuperar e consertar o estrago. O PSG foi pra cima mas já era tarde. Jogo foi pra prorrogação. Seguiram na pressão e tiveram as melhores chances. Não deu. Vieram os pênaltis. Já sabemos que as temíveis penalidades não são questão de sorte. Passam pelo estado emocional, confiança, treinamento. O Rennes chegou mais inteiro, igualou um jogo “perdido”. E ganhou. E mereceu. Como diz Muricy: “a bola pune”. Fez-me lembrar do GREnal do arrego e tantos outros jogos que tivemos a chance de matar. Foi uma grande lição. Se tiver a oportunidade de liquidar a fatura em trinta minutos de jogo, tem que matar.

Entre um chimarrão e outro, fiquei observando a repercussão do jogo e não é que o “menino Ney” resolveu aparecer? Pois sim, ele deu um tapa num torcedor do Rennes quando estava saindo de campo. Saída triunfal, só que não! Esse é o capitão, o cara e a cara da Selecinha do Pastor.  Minha Seleção é o Grêmio, meu capitão é o Maicon e cara do meu time é a do Renato. Quem discorda é clubista. Que venha o Brasileirão!!!

Em Tempo: #Ficamaionese                                                        

Saudações Tricolores, Paulo Egídio.

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