COPA AMÉRICA

Quando o Grêmio não está jogando a gente entra em síndrome de abstinência… parece que algo importante da vida está faltando. E está. A preocupação imediata com o time, a tensão se o jogador machucado vai poder jogar ou vamos ter que ir com o reserva… é fogo…

Com tudo isso acabei dedicando o final de semana à Copa América. E não gostei do que vi.

Quando vejo os jogos da Champions League me parece que estou vendo o futebol do futuro. Ataques rápidos e móveis, sistemas inteligentes de marcação… jogo prá cima. É o que interessa. Já a Copa América… voltamos aos Gauchões dos anos setenta. Campeonato prá ver quem é mais homem, juízes que trancam o jogo. E, pra alegria dos texanos (na ótima imagem criada pelo amigo RW), centromédios que sujam o calção e ficam levantando os atacantes dos times adversários, sem serem incomodados. Aliás, os atacantes correm mais risco de serem advertidos que os centromédios faltosos, é só eles ‘questionarem a autoridade do árbitro’.

No trágico jogo entre Uruguai e Peru, aonde os peruanos transformaram o Once Caldas e a seleção da Grécia campeã da Eurocopa em times ofensivos, o comentarista chamou atenção que eram as quartas de final com a menor média de gols da história. Faz sentido. Eram DOIS gols em quatro jogos, por sinal só a Argentina faria gols nessa fase, um deles um frango do goleiro venezuelano. Só para comparação, a fase de quartas de final anterior com menos gols havia tido sete. Os texanos estão ganhando. Querem transformar futebol em rinha. E estão conseguindo. Pelo menos na Copa América.

FOTO: LUCAS UEBEL/GREMIO FBPA

Um comentário em “COPA AMÉRICA

  • 1 de julho de 2019 em 16:21
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    Vamos abrir um espaço para comentários entre os gremistas que acessam, é o que está faltando na net.

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