Chilique e Tremedeira

Coluna do Leitor

Há um tempo tenho notado a falta de equilíbrio emocional no time vermelho aquele, e não é só porque não triunfam fora de casa, coisa que mostra muita bem essa fraqueza, falta-lhes psicológico para aguentar a pressão do jogo e da torcida adversária, nem porque pediram ARREGO, estrelando o maior vexame já ocorrido entre as relações da dupla, tem outros fatores que chamam atenção.
Eles tinham tentado contornar apegando-se à frases de efeito, “campeão de tudo”, “mundial FIFA”,” trator”, ”time grande não cai”,” segue o líder”, num ato desesperado de mostrar grandeza, porém todos, um por um, caíram por terra, sem contar que nesse mesmo período, o rival que sempre foi maior, vinha numa crescente, empilhando troféus e glórias.

Não há ego que aguente, foi aí que o considerado ídolo, o timoneiro, pulou da barca, bem na hora que vira um iceberg vindo na sua direção, este se “salvou”, os demais foram às trevas, até tentaram usar a malandragem, mas não tiveram êxito, foi nesse episódio que a coloradagem mostrou umas das piores fraquezas humanas, a carência, a ponto de pagar funcionário para adestrar a torcida, a ponto de fazer a imprensa se engajar na venda de jogadores, estes de modo fiel colocaram um dos volantes, não lembro QUEM, no United por cem milhões, tentaram comparar Arthur com Charles, um disparate, fizeram tanto pra honrar o salmão e tentar amenizar as dores, que eu poderia ficar todo dia aqui lembrando.
O pior de tudo, é que essa carência, esse desequilíbrio emocional está impregnado na instituição, desde o descontrole no campo quando começam com aquelas briguinhas, até as coletivas do presidente e do vice, que depois de ser ajudado pelo soprador em DEZESSETE pontos, teve a audácia de vir a público chorando pedindo o VAR.

Hoje, depois de tanta desgraça, o coirmão é o retrato dos seus capitães, um DESCONHECIDO de choro fácil, e o outro, um pinscher portenho que gosta de aparecer, rosna, mas todos sabem que não fará mal a ninguém. É meus amigos, quem um dia até fez uma graça conquistando o mundo, hoje é chilique e tremedeira.
E antes que perguntem o porquê de nós gremistas nos preocuparmos com isso, lhes respondo, a gente nunca vai abandonar nosso filho, ainda mais abalado desse jeito.

Abraços de gol.

Gi Pijamuda.

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