Brasil de Pelúcia

E o Grêmio não conseguiu furar a retranca do Brasil de Pelotas… o que fazer? Chorar? Ir para a mídia falar das deficiências do clube, como fez a IVI? Ou seguir a vida? Terceira opção, pelo menos para mim.

O Brasil de Pelotas cada vez mais se comporta como o Juventude nos anos noventa. Os colorados, secundados pela mídia, sempre acusavam o time de Caxias de jogar tudo contra os vermelhos e entregar o jogo para o Grêmio. O que complicava essa equação era que o time de Caxias dessa época, anos noventa, era patrocinado pela Parmalat, que lhe conseguia jogadores de nível para jogar a série A do Brasileirão. Era bem melhor que os outros times do Gauchão… e pegava um colorado mais fraco. Claro que endurecia o jogo. E também complicava o Grêmio dessa época, vendia caro as derrotas, quando não ganhava, o que por sinal ocorreu mais de uma vez. O ‘problema’ é que quando jogou final de Gauchão com o Grêmio o nosso time ganhou… ao contrário do colorado, que perdeu e ainda não entregou a taça. Ainda teve a eliminação na Copa do Brasil em 1999, que culminou numa surra histórica no Beira Rio de 4 a 0. Um dos tantos jogos que parecem não existir para a IVI. Por sinal ano que vem esse jogo faz 20 anos, olha aí um evento para o Hospício lembrar…

O time de Pelotas parece agir assim. Pelo menos desde 2017, quando, sem explicação nenhuma, escalou os reservas contra o colorado na série B, interrompendo uma série de maus resultados do time portoalegrense e impedindo que o time saísse da zona de classificação. Dali por diante sempre agiram assim: perderam para o colorado mesmo quando tinham um time mais ajustado e transformaram os jogos com o Grêmio em verdadeiras guerras. Ontem ainda contaram com a ajuda do juiz, que deixou eles baterem à vontade e ainda expulsou um gremista que pulou para que sua perna não fosse quebrada. E o Grêmio? Pareceu jogar com o freio de mão puxado. Deixa a choradeira com a IVI e vida que segue.

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