ACERTAMOS UM PÊNALTI…

Mas perdemos o jogo!

Toca na vitrola ao longe: “Todo mundo espera alguma coisa, de um sábado à noite. Sábado à noite tudo pode mudar…” já dizia aquela música que muito ouvimos alguns anos atrás. Eu só esperava uma vitória, um Frei Damião gelado e meu Marlboro nos queixos. E mudou mesmo o sábado à noite. Mudou meu humor. Mudou minha saúde. Mudou meu sono. P* QUE PARIU! Quando marcamos um gol de pênalti, a maldição parecia encerrar da marca da cal, perdemos o jogo. Os três primeiros erros de cobranças a 11 metros no Campeonato Brasileiro resultaram em vitórias por 2 a 0. O posterior, empate em casa, inclusive escrevi aquela carta ao Luan (que terminará com o jogo de terça, não esqueçam), mas finalmente no dia em que a bola balançou as redes diretamente da infração máxima, Cícero convertendo, veio a virada por 2 a 1 para o Patético do Paraná, porque em campo estavam juntos Bressan e Marcelo Oliveira. O lateral foi bastante importante na Copa do Brasil 2016, tem um excelente convívio no vestiário, aliás, pode até ficar como gestor, diretor, auxiliar, parece boa pessoa e simpatizo com sua barba roots. O zagueiro, que agora também inventou uma barbicha (ridícula, tem que ter personalidade ao menos, raspa que fica melhor, vai por mim), esteve presente em oito dos onze gols que nossa defesa sofreu. Isso me parece sintomático. Cada rodada que passa nos afastamos mais da taça que ainda entendo IREMOS CONQUISTAR. Em 2008, no 2° turno, o São Paulo conseguiu tirar onze pontos de diferença para nós e ser campeão. Neste momento estamos deles cinco (talvez seis ou oito, depende do momento que você ler este texto e o resultado da partida deles diante do Ceará, no Morumbi) e com mais 17 rodadas pela frente. Mas por favor, sem desculpas mais. Existem dias que se fazem noites por teimosias.

Não me estenderei neste texto. Vocês bem sabem, a derrota me tira o prumo, periga até acertar o ponto do arroz, o que seria uma tragédia para quem sempre o queima no fundo da panela. Perder para o clube dos poodles, como são conhecidos em Curitiba, só não me irrita mais do que em clássico com a turma do PDF (qualquer dia escreverei aqui a verdade do porquê eles terem mais vitórias). O nivelamento está por baixo este ano, não tenho dúvidas. Problema que estamos deixando a desejar em duelos contra times fracos e sem tradição. Foi assim na 5ª rodada do primeiro turno, onde tivemos TRÊS pênaltis sonegados. Igualmente frente o Fluminense logo em seguida. Depois diante do lanterna, fora de casa. E na última quarta-feira. Enfim… que possamos ainda recuperar e torcer pelo Felipão na tarde de domingo.

Vem aí uma semana importantíssima. A bem da verdade, já na terça-feira que outrora era dia de assistir TV Pirata (aos mais jovens paredão do BBB), enfrentaremos um copero Estudiantes. A vitória simples nos classifica. Não podemos levar gols. Precisamos marcar. Vamos lotar a Arena e incentivar em busca do Tetra. Mas por favor, até lá (e depois pelo sempre), desliguem o microfone do Duda Kroeff. Somos extremamente gratos ao seu pai, figura ímpar, grande Patrono, mas seu filho, apesar da boa educação, mostra que a fruta pode cair longe do pé. Amigo, se for para abrir a boca e falar besteira, cala-te, pelo bom Gremismo que seu pesado sobrenome ostenta.

Um abraço, Gui Zado, o Cozinheiro que hoje fez salada de frutas com cebola no texto!

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