A VOLTA DA VITÓRIA

E ela voltou… a vitória… veio magra, com nosso goleiro como um dos craques do jogo, meio desajeitada… mas veio.

Estava ficando feio. Em cinco jogos eram três derrotas e dois empates. Se o time seguisse assim saía direto de favoritismo para o campeonato (algo que o time era apontado antes do Brasileirão começar) para candidato ao rebaixamento. Menos mal que o time desencantou.

E foi num processo. Não jogamos nada domingo passado. Nada. Time sem vontade, sem chances de gol, sem esperanças para o torcedor. Quarta o time jogou pouca coisa mais, e já se impôs contra o Juventude. Mesmo sem jogar nada quase ganhou, o goleiro do Ju foi o craque do jogo. Pelo menos teve vontade. E vontade não faltou no jogo de sábado. Patrolou o Atlético, foi roubado pelo juiz, não descansou até fazer o gol. Depois ficou atrás, jogando no contra ataque. O time sofreu, Paulo Vitor foi o craque do time, dava a impressão que eles entravam na nossa área quando queriam. Deixa prá lá. Ganhou. Era o que precisava. Desencantar.

Destaques? O já mencionado Paulo Vitor. Rodrigues, o Tonhão velho de guerra, que acabou com as improvisações na zaga. Vizeu, que entrou e fez gol com um minuto em campo.

Não foi o jogo para lavar a alma e encher os olhos, não foi a redenção, não foi o reencontro com nosso melhor futebol. Foi mais importante que isso. Saímos da inércia. Fizemos nossos primeiros três pontos.

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