A IVI decidiu: o campeão tem que ser o Brasil.

A melhor campanha geral é deles, ou seja, somos o ‘patinho feio’ e eles favoritaços

Escutei foguetório aqui próximo ao nosso Hospício e lembrei de ligar meu portátil National para tentar saber o que ocorria. Como a TV da cozinha está queimada, não consegui acompanhar nada na noite passada. Principalmente a novela, que está na reta final. Pelas ondas curtas, consegui pegar uma rádio do centro do país que transmitia Flamengo x Botafogo. Coloquei o dial para o lado e em ondas médias, Corinthians x São Paulo. Até que finalmente consegui sintonizar um locutor enaltecendo o trabalho de um treinador fantástico. Pensei que era Renato Mito Portaluppi. Errei. Era o representante da IVI que está na final. O Brasil-Pel, também conhecido como diminutivo chulo de moça da vida do Clube aquele (put** do I) garantiu sua vaga nos pênaltis contra um rival que também gosta de abrir pernas para os representantes da Padre Cacique. Sim, o treinador e ex-goleiro que agride motoqueiro no trânsito, um dos ídolos da parte rubra que fala em microfones, classificou sua agremiação para a decisão. Não há como desdizer tal afirmação. Entretanto, todo esse preâmbulo é feito para perguntar apenas uma questão: como foi o jogo do SCI ontem? Não jogaram? Pois bem…

Como já escrevi aqui diversas vezes, não dou bola para o tal Charmoso, que falamos lá atrás que queríamos (bem longe), porque o foco era a Recopa. Porém, duvidaram novamente do nosso Comandante e tentaram criar crise de possível rebaixamento. Ora, por favor! E cadê o tal favorito, líder durante boa parte da competição, que não ganha nada desde 2011, aí passa a valorizar o Ruralito, mas quando era o contrário, esnobava. Esse mesmo, o time do PDF, das contas reprovadas, da invasão de terreno no Guaíba, etc? Vejamos…

O Grêmio passeou contra o Avenida, em dois jogos, 4 a 1. Se deu o luxo de colocar meio time reserva e realizar jogo-treino na Arena. Alguns erros, normal, bola aérea preocupando quando tem titular no meio, como foi com Cortez; algumas certezas e outras dúvidas. Mas isso que nosso treinador possa verificar, confiamos nele. Iremos ganhar o Campeonato Gaúcho, não para comemorar e festejar com exaustão. Sim, porque realmente falta no currículo do nosso homem-estátua e do Mestre dos Magos. Eles querem. Que os jogadores deem a eles. A torcida? Irá aplaudir, gritar é campeão umas duas vezes depois do jogo e voltar a contar os dias para a estreia do Brasileirão, que será no dia 14. Não sem antes lembrar que entre uma decisão e outra, temos o Monagas, campeão venezuelano, pela 2ª rodada da Taça Libertadores da América.

Então, amigos, sejamos espertos. Que o Tricolor patrole aquele timeco do Sul do Estado no domingo, dê a Páscoa que eles merecem, porque lá no Bento Freitas, sabemos como se joga. Pontapé do pescoço para baixo, pedras arremessadas de fora para dentro em nossa torcida, curral que fazem para entrarmos e sairmos da Baixada, além de certamente ter arbitragem tendenciosa (lembrem que a escola de Pelotas é forte na Federação Gaúcha de Futebol) e uma predileção para que o interior conquiste novamente a Taça, não só como ocorreu merecidamente em 2017, mas como foi em 1919, pelo mesmo oponente breve. Mas lembrem-se, a melhor campanha geral é deles, ou seja, somos o ‘patinho feio’ e eles favoritaços.

Que venha o que importa. Queremos o Tetra, o Tri, o Hexa. Torçamos para que ninguém se machuque no dia 01 e 08 de abril e entreguem o caneco para nossos representantes máximos atualmente. De resto, sigamos a calar a boca daqueles que insistem em querer nos diminuir. Até porque, o esporte deles é esse. O nosso? Jogar futebol e ser campeão. Até qualquer hora.

Um abraço, Gui Zado, o Cozinheiro.

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