A ESTREIA DO GRÊMIO, O CLUBE MAIS ODIADO DO BRASIL!

No duelo entre o Rei de Copas e a Rainha Maria, prevaleceu a contundência do Mosqueteiro.

Essa semana, na cozinha do Hospício, sugeri que o Grêmio ganharia o jogo por 2 a 1. Errei, mas sabia da vitória. Tinha certeza que a equipe técnica de Renato “Mito” Portaluppi, apesar de enfrentar pontapés e cotovelaços do time de Mano Menezes, sairia vencedor. Houve um pouco de sofrimento sim, mas com total colaboração da arbitragem. E quando ganhamos, não podemos esconder tais detalhes, porque se falamos na derrota, alegam “choro de perdedor”. O objetivo deles está em não seguirmos nossa caminhada de títulos, pois tirando nossa grandiosa torcida, somos o Clube mais odiado do Brasil, não de hoje.

Bom frisar que jogamos sem titulares incontestáveis e outros importantes. Luan sequer viajou. Geromel foi ausência de última hora. Jael ficou no banco poupado para terça-feira (17). Era a estreia de André com a camisa mais bonita do Mundo. E sua estrela de marcar gol não falhou. Lá foi ele dar nossos três pontos. Olhando assim, parece que estou sendo simplista. Porém, desde o começo da partida, percebemos um lado propondo o duelo, com tamanha posse de bola e outro acuado, escapando em raros contragolpes inúteis e cometendo faltas duras, buscando coagir nossos expoentes, como Éverton e Arthur. A entrada maldosa de Edilson, aquele que forçou para sair (obrigado por tudo lá atrás, principalmente naquele GREnal, mas pode tomar no c*) em cima de nosso ponteiro, de alcunha Cebolinha, no começo do confronto, era para vermelho. Sequer amarelo levou. Depois, na etapa final, Ariel Cabral deu só no tornozelo do camisa 29, foi apenas amarelado pela pressão que os nossos atletas fizeram. Inegável que o comandante celeste orienta a descer o sarrafo. Quando conta com a conivência da arbitragem, facilita. Mesmo assim, no campo que se resolvem os embates e conquistamos uma Vitória com V maiúsculo, como disse nosso treinador em entrevista coletiva, no Mineirão.

Guardem esse nome: Rodolpho Toski Marques. Ele que deixou o Cruzeiro bater, inventou um amarelo para o Ramiro gratuito (aliás, que jogadaça para o gol), marcou duas faltas inexistentes de André no primeiro tempo e deu vermelho direto para nosso guerreiro Kannemann, que fez uma falta dura, verdade, mas na diagonal. O adversário não estava frontal ao gol, sim indo para linha de fundo. Problema que cada um tem a sua regra. E aí prejudicam nosso time para a próxima rodada e, principalmente, durante o jogo, onde novamente mostramos a capacidade de tocar a bola e segurarmos a conquista inicial.

Daí chego na turma da TV, a dupla do Premiere. Não sei o nome do narrador, mas o comentarista durante a semana que passou teve a audácia de dizer que o Cruzeiro era muito mais técnico que o Grêmio, por isso levava favoritismo para o jogo e a competição. Faltam 37 rodadas. Lá em dezembro não sabemos, mas é preciso respeitar o time mais copero do país. E o tal Bob Faria, torcedor Maria, não o fez. Durante o jogo, insinuações, torcidas (então se assuma, simples), enxergando faltas que nem o paranaense do apito viu, concordando com outras e exigindo cartões para o time que ganhou o Troféu Fair Play no Gauchão (um dos torneios mais viris dentre os falidos estaduais). E assim vamos…

Foi 1/38. No duelo entre o Rei de Copas e a Rainha Maria, prevaleceu a contundência do Mosqueteiro. Daqui três dias temos a Libertadores. Sigo afirmando. Queremos o Hexa, o Tetra, o Tri. Entretanto, por todos os apontamentos, repito, iremos contra tudo e contra todos, porque o Grêmio é o Clube mais odiado do Brasil. E quer saber? Como é bom ir contra a oposição!

Um abraço, Gui Zado, o Cozinheiro.

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