A abertura do VAR vermelho

Coluna do Leitor

Há certas coisas que é impossível adjeti-VAR e que são muito difíceis de compro-VAR. No máximo, se pode alinha-VAR ideias sobre aquilo que decorre da enorme capacidade de concha-VAR de certos clubes de futebol.

Há um desses, que alega estar tentando apro-VAR a implantação do VAR nas últimas rodadas do campeonato, para não agra-VAR a repercussão da ladroeira que rola desde as primeiras.

Mais certo ne-VAR em Manaus, do que cra-VAR que é essa trova é para valer. É bom gra-VAR tudo que está sendo dito agora para, daqui a um tempo, reavi-VAR a memória de todos e pro-VAR que era um simples caô. A chance da medida se efeti-VAR é, virtualmente, zero. Tudo indica que é apenas uma tentativa extrema de sal-VAR o pouco que resta da reputação da instituição.

Importante ressal-VAR que não se pretende pri-VAR ninguém do seu legítimo direito de se suble-VAR contra aquilo que entende como injustiça. Mas que, neste caso, é de ener-VAR qualquer um, ah, isso é!

Não é necessário cri-VAR os pretendentes de perguntas sobre os exemplos que desacreditam a ideia, basta obser-VAR tudo que vem sendo dito e escrito sobre o tema ao norte do Mampituba.

Está difícil preser-VAR a calma diante de tanta cara-de-pau e ele-VAR o debate sem deri-VAR para o xingamento contra os aduladores da IVI que defendem os proponentes.

A velhacaria maior consiste em objeti-VAR la-VAR a sujeirada com uma proposição que é muito difícil desapro-VAR abertamente, embora se saiba que o efeito colateral é se esqui-VAR das críticas ao clube.

É preciso reno-VAR diariamente o estoque de bardal para conser-VAR a sanidade que resta diante de tamanha caradura ou  esca-VAR um buraco à prova de som para deixar de ouvir tantas barbaridades dos ivistas que estão a coadju-VAR o cínico espetáculo.

A intenção clara, mesmo que não anunciada, é tur-VAR a visão dos torcedores e deso-VAR a culpa pelos futuros maus resultados nas costas de terceiros e conspirações.

O mais provável é que a confederação vá arqui-VAR o disparate, em vez de se cur-VAR ao falso dilema proposto, até porque é outro ninho de tratantes e não vai querer estor-VAR o caminho de seus prediletos bons de audiência, muito menos tra-VAR uma discussão aberta sobre um assunto sobre o qual sabe que é devedora.

E, como se viu recentemente, o VAR, em vez de desagra-VAR a situação, pode, encra-VAR uma suspeição ainda mais grave do que os “erros humanos” dos árbitros sobre a organização de competições de futebol e incenti-VAR a revolta de torcedores e o abandono da disposição de todos em ino-VAR as regras de um esporte de corte conservador.

Em todo caso, é prudente, para não ui-VAR de raiva mais tarde, ati-VAR o modo de alerta contra a vontade de alguns de depra-VAR um recurso que, se utilizado com idoneidade, pode acabar com a regra do le-VAR vantagem em tudo e dar maior tranquilidade aos amantes do futebol em cada ocasião crucial em que o apito do juiz sil-VAR, ou não.

Mário Antonio

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