2017, não se vá!!

O ano de 2016 foi épico!

Sinceramente, 2017 foi um ano que não gostaria que acabasse.
Por diversas razões de ordem pessoal e profissional, mas para o que nos interessa aqui: pelo ano futebolístico que tivemos!

O ano de 2016 foi épico! Final do jejum e queda dos vermelhos num intervalo de uma semana. Me pareceu que os 15 anos de dureza foram uma forma antecipada de pagar aquele prazer do ano passado. Uma compensação!
Mas 2017 foi especial. Foi um ano redentor. Não ligamos para o que aconteceu na zona sul de Porto Alegre e ao focar somente em nós mesmos, subimos um degrau a mais na hierarquia do futebol Sul-Americano e Mundial.

No Brasil, definitivamente nos consolidamos como o Rei de Copas! Ninguém tem 5 Copas do Brasil e 3 Libertadores.
Mas voltando a 2017, é possível vibrar com as conquistas e não esquecer dos erros.

Poupar o time titular no Paraguai para ir com força máxima no Novelettão, não foi uma boa opção, até porque jogamos a segunda partida da final fora por causa dos pontos deixados contra o Guarany.

Esse ano, pelo que vejo, deixaremos FINALMENTE o Campeonato Gaúcho de lado.
E essa é uma discussão infinita: uns acham que temos que ganhar sempre, e outros acham que se fosse possível não deveríamos disputar o certame. Eu sou da segunda turma. Por mim, colocaríamos os Sub-17 e mandaríamos o presidente da FGF e seu clube se virarem para viabilizar o campeonato. Esse problema não é do Grêmio.

E digo mais: o dia que um clube grande abandonar seu campeonato regional e fizer uma pré-temporada mais prolongada, ou seja, retardando a preparação, terá um sprint com mais gás no afunilamento dos campeonatos. Ainda mais agora que Copa do Brasil, Libertadores, Brasileiro e quem sabe Mundial, se definem em novembro e dezembro!

FOTO: LUCAS UEBEL/GREMIO FBPA
FOTO: LUCAS UEBEL/GREMIO FBPA

Quanto ao time, o “esqueleto” seguirá o mesmo, o que em tese nos ajudará a manter o entrosamento. Entrosamento que nem mesmo times recheados de craques necessariamente alcançam. Entendo a filosofia de apostas que a direção vem fazendo e apóio para jogadores de grupo, mas estamos num patamar que para titularidade não devemos apostar. Creio que um centroavante consolidado (não necessariamente caro), que imponha respeito e que chegue com um contrato maior que um ano deveria (ou deve) ser foco. Trocar o centroavante a cada ano prejudica o conjunto ofensivo.

“Por favor, Presidente, não economize ao atender o desejo do Renato, quando ele lhe pedir o 9! Ele merece! Nós merecemos!”

Na lateral direita, a mesma coisa, afinal é uma posição fundamental no nosso esquema de jogo!

2018 seja bem-vindo, mas gostaria que fosse apenas um “2017A”, com melhorias!

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